Mostrando postagens com marcador A ciência da felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A ciência da felicidade. Mostrar todas as postagens

11.11.09

Fazer emergir















"A excessiva ambição de propósitos pode ser reprovada em muitos campos da atividade humana, mas não na literatura. A literatura só pode viver se se propõe a objetivos desmesurados, até mesmo para além de suas possibilidades de realização. No momento que a Ciência desconfia das explicações gerais e das soluções que não sejam setoriais e especialísticas, o grande desafio para a literatura é o de saber tecer em conjunto os diversos saberes e os diversos códigos numa visão pluralista e multifacetada do mundo"
(Italo Calvino)



"Ao contrário de kant, que considerava o conhecimento como sendo sujeito a limites, a ciência contemporânea nos mostra um universo em expansão para sempre, uma realidade em eterno vir-a-ser. Ser e devir se juntam de maneira construtiva. Nesse sentido, essas idéias vão numa direção oposta à posição de um inatismo platônico. Pensando à maneira fractal, podemos dizer que cada ser humano, como um microcosmo, contém em si todo o cosmo. Nesse sentido, nós estaríamos em expansão contínua, atualizando permanentemente nossas potências de ser"
(Nize Pellanda)

16.3.09

"A ciência da felicidade"



Se você se adapta tão rapidamente às atividades prazerosas, e o prazer diminui, como você sustenta um nível de felicidade ou mesmo sobe na escala? Para a psicóloga da Universidade da Califórnia, Sonja Lyubomirsky, autora do livro A ciência da felicidade, basta alternar e dar uma quebra na atividade. Por exemplo: "o álcool é como o amor, dizia Raymond Chandler. O primeiro beijo é mágico. O segundo é íntimo. O terceiro é rotina". Para tentar reverter isso, quebre a rotina, alterne o canal da TV e dê alguns respiros temporais na atividade atual do momento. Tem uma versão espanhol do livro. Interessante!