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17.12.07

Realidade x diversão?

Uma das críticas que ouço freqüentemente aos jogos eletrônicos de última geração é que o "excesso" de realidade pode tornar o jogo pouco divertido. A crítica vêm em um momento que temos algumas das máquinas mais poderosas já vistas, como o Wii, da Nintendo, o Playstation 3, da Sony, e o Xbox 360, da Microsoft.

Acompanho videogames há alguns anos. Esse tipo de crítica é feita desde os remotos tempo do Sega CD - um acessório que, acoplado ao Mega Drive, duplicava o seu poder de processamento gráfico e permitia o uso do CD como mídia básica - uma grande inovação, à época.

Chegamos à geração dos jogos online com os videogames. Inteligência artificial nos jogos é uma realidade e a beleza dos gráficos continua a ser impressionante. Cada vez mais. Falar da falta de diversão pelos gráficos não parece ser verdade. O que tem afastado as primeiras gerações do videogame dos jogos são sua alta complexidade - algo que a geração Atari talvez não conseguisse imaginar.

Ao que parece, a diversão parece ser um dos fatores que jamais muda no mundo dos videogames.

Celulares, câmeras digitais, mp3 players: tudo em um?


Quando começou essa onda de ter celular com câmera, com mp3 player, com jogos e tudo mais, não acreditei nos produtos. Todos que eu via eram celulares ótimos, mas péssimas câmeras digitais e mp3 players ridículos - alguns tinham memória interna de 34 MB, não expansível, segundo o fabricante, quando liguei no seu serviço de atendimento.

As gerações de celulares foram passando e eis que chega a minha irmã com um celular novo, que ganhou do namorado. Feliz da vida, ela vem me mostrar que a câmera tem 2.0 megapixels, tem mp3 player e já vem com fome e o cabo de dados do computador.

Ao que parece, finalmente chegou o tempo em que as câmeras dos celulares têm alguma qualidade - se não comparáveis às cameras digitasis, ao menos com poder para não fazer feio na hora de usar.

Já o mp3 player pode sim ser considerado uma grande evolução. As funções parecem dos melhores aparelhos - exceção ao iPod, porque este é um caso à parte -, os fones têm boa qualidade e a usabilidade finalmente é amigável. Parece que chegou o tempo do all-in-one com qualidade.