




Impressionante como os veículos de conteúdo AINDA reproduzem na Web o que fariam no impresso ou na televisão. O descompasso com a hipermídia e suas características 2.0 é tanto que fica até engraçado. Na morte do Papa João Paulo II, nos atentados de Madri e metrô de Londres, na rebelião no Irã e agora no adeus a Michael Jackson, a mídia online mostra sua força e agilidade nas mensagens, nos videos caseiros, no Twitter (grande vedete) e em sites como o TMZ, que furou todo mundo e não teve o devido crédito por horas. Dá até desgosto capturar as coberturas dos grandes veículos. Mas, uma vez arquivista, sempre arquivista. Irei postando a mesmice que achei nos próximos posts.
Nenhum comentário:
Postar um comentário