29.6.09
SP e Belo Horizonte terão Street View
E a mídia fez o de sempre





Impressionante como os veículos de conteúdo AINDA reproduzem na Web o que fariam no impresso ou na televisão. O descompasso com a hipermídia e suas características 2.0 é tanto que fica até engraçado. Na morte do Papa João Paulo II, nos atentados de Madri e metrô de Londres, na rebelião no Irã e agora no adeus a Michael Jackson, a mídia online mostra sua força e agilidade nas mensagens, nos videos caseiros, no Twitter (grande vedete) e em sites como o TMZ, que furou todo mundo e não teve o devido crédito por horas. Dá até desgosto capturar as coberturas dos grandes veículos. Mas, uma vez arquivista, sempre arquivista. Irei postando a mesmice que achei nos próximos posts.
26.6.09
Goodbye MJ
Não era fã da sua música, mas confesso que quando ganhei de um amigo (que também não está mais entre nós) o vinil "Thriller", dancei por dias seguidos. Minha geração, que viu o nascimento do videoclipe com ele, está sofrendo com a perda do Deus do Pop! Estou desde cedo salvando e copiando toda a cobertura midiática pelos quatro cantos do mundo. No Twitter, as letras MJ estão bombando. Aliás, foi no Twitter que descobri esssa linda ilustração feita por Francesco Francavilla. De tudo que já li, foi Paulo Ricardo e Mick Jagger que falaram tudo. "Só nos resta refletir que, talvez, um pouco como Jesus Cristo, um pouco como John Kennedy, como disse Mick Jagger, quem matou Michael Jackson, it was you and me".
23.6.09
Comunidade Habbo escolhe a Sony

A Pesquisa Global 2009 realizada pelo Habbo, maior comunidade virtual para adolescentes do mundo, revelou as marcas de eletrônicos preferidas por jovens de todo o mundo. O Habbo ouviu 112 mil adolescentes de 30 países, e os resultados indicam que a percepção em relação a marcas que foram atingidas pela recessão econômica vem mudando.
Esse ano, a Sony foi apontada como a grande favorita, mas as presenças de Apple e Nintendo confirmam o apelo crescente do iPod, do iPhone e do Nintendo Wii entre adolescentes. O ranking das preferidas:
1. Sony
2. Apple
3. Nintendo
4. Samsung
5. Hewlett-Packard
As cinco eleitas representam fabricantes de aparelhos eletrônicos diferentes, indicando as muitas áreas em que a tecnologia está presente na vida dos adolescentes. A pesquisa revela que os jovens possuem telefone celular (82%), mp3 player (73%), TV (71%), computador (62%), DVD player (60%) e câmera digital (50%). No Brasil, a Sony também é líder, e a Apple fica em terceiro. A marca número dois no país é a LG, que não aparece no ranking mundial.
20.6.09
Far Far Away

Há muito tempo em um bairro de intelectuais paulistanos existia o Cineclube do Bixiga, espaço que reunia estudantes de comunicação, poetas e artistas para sessões de cinemateca-- regadas a café ou cerveja-- para conversar sobre o filme. Tudo no mesmo clima que hoje paira no Mercearia, na Vila Madalena (SP). Discutíamos como ter um cineclube com bom acervo e fácil acesso. Pois bem: saltamos num portal do tempo, saindo da década de 80 e chegando a 2009 quando o The Auteurs vem agrupar todos os nossos sonhos cinéfilos. São cerca de 150 títulos, sendo 27 produções brasileiras como "À Deriva, de Heitor Dhalia, e "No Meu Lugar", de Eduardo Valente. A versão brasileira está prevista para começo de 2010. Não está tão longe quanto Far Far Away, castelo da princesa Fiona em Sherek. Basta clicar!
15.6.09
Regras do jogo

A Vida É Sempre Assim Às Vezes, nono livro do jornalista e professor da PUC-SP, Wladyr Nader, é uma contribuição ao entendimento do que ocorreu quando a ditadura militar fez do Brasil um dos países mais infelizes da América Latina. Na verdade, o romance do criador da extinta revista literária Escrita reconta o que aconteceu de estranho na administração pública, de que se beneficiaram apenas os donos da situação e seus acólitos. Já no início do processo de tomada de poder se impuseram duras e diferentes regras do jogo, que levaram a uma caótica reestruturação social, de que as pessoas participaram contrariadas, muitas delas acreditando que de uma forma ou de outra mudanças seriam benignas. Como se sabe, deu no que deu. A idéia do autor foi criar um personagem que se deixa arrastar pelas circunstâncias e se envolve pessoalmente na chamada Revolução de 64, apropriando-se das benesses oferecidas pelos poderosos de plantão. O livro será lançado dia 17, a partir das 20hs, no espaço Soteropolitano - Rua Fidalga, 340, Vila Madalena, em São Paulo
4.6.09
Todo domingo

Projetos culturais começam a utilizar as redes sociais com inteligência e isso tem pipocado pelos quatro quantos do Brasil. A Casa das Caldeiras, em São Paulo, é prova viva. Todo domingo, das 16h às 20h, com entrada gratuita, ocorre exposições, atividades, espaço criativo infantil e música ao vivo uma vez por mês. Para conhecer todos os rizomas dessas caldeiras acesse: myspace, orkut, facebook, twitter, vimeo, flickr (foto) e o canal no YouTube. No dia 07 festa junina divertida!
2.6.09
Modelos matemáticos nas redes sociais
30.5.09
Stand -up Literatura

Cronópios e Livraria Martins Fontes (Av. Paulista, 509) apresentam quinzenalmente aos domingos, às 15hs, o Stand -up Literatura, um programa ao vivo que contará com um convidado especial que lê em pé para o público. Inspirado no gênero Stand - up Comedy norte-americano, o programa coordenado por Egly Spinelli, Edson Cruz, Sonia Goldfeder e Pipol também pode ser assistido pela web.
29.5.09
É com esse que eu vou!

Remixando calçadas

O artista Julian Beever merece sua atenção nesta sexta-feira chuvosa. Ele pinta calçadas incríveis pelo mundo há mais de dez anos.
28.5.09
Participe do CLIIC 2.0

27.5.09
prestando atenção!!
Compre 2 e leve mais 2. Eram calcinhas de renda rosa claro, rosa choque e vermelha. Horríveis! Tentei disfarçar e comecei a observar a renda grosseira de uma delas. Daí veio o melhor: a fala de uma das moças. Acho que vou levar, hoje tenho um encontro com o Zé. Será que tem GG? Fiquei imaginando que a calcinha GG caberia em uma das pernas, mas jamais ultrapassaria o quadril. Resolvo ficar ali ouvindo mais um pouco da conversa, esquecendo completamente do Omo.
26.5.09
Interview project

"A Estrada Perdida" sempre esteve entre meus filmes preferidos, concorrendo com "Paris, Texas", "Manhattan", entre outros que amo. David Lynch acaba de me surpreender mais uma vez. "Interview Project" são 121 curtas-metragens que contam histórias de pessoas desconhecidas, registradas em 22.000 milhas de aventura por cidadezinhas e estradas norte-americanas. Cada documentário varia de 3 a 5 minutos de duração e todos serão veiculados pela internet a partir de segunda-feira, 01 de junho. Imperdível! Como me deu vontade de arrumar a mala, comprar uma filmadora (sonho antigo) e sair por esse Brasil desconhecido remixando Lynch. Em breve!
24.5.09
A narrativa como ferramenta norteadora
As duas afirmações são verdadeiras e complementares. Não vejo divergências entre elas, mas sim novos desafios. O grande problema hoje é que as empresas que detêm jornais impressos acabam se agarrando a uma versão apenas dos fatos. Para Talese, um dos principais erros do “New York Times” foi abrir o conteúdo, que deve ser fechado e pago, pois fazer jornalismo custa. Será que foi só esse o erro do “New York Times”?
A informação custa caro, concordo. Mas o que a web nos trouxe foi um questionamento sobre a qualidade da informação. Ou seja, o modelo informativo, descritivo não dá mais conta. Vou explicar melhor: Não quero abrir pela manhã (02/05/09) o caderno de Esportes da Folha de S. Paulo e ler: “Após susto, Neymar é confirmado na decisão – Atacante, que deixou treino chorando anteontem, atuará na final do Paulista”. Isso eu já ouvi no rádio, já li na internet, já vi na televisão. Qual a novidade? Qual a boa história? Como Talese, um dos expoentes do “new journalism” narraria o susto de Neymar? Essa pergunta nenhum jornal tem feito. Não vejo treinamento em formatos narrativos acontecendo semanalmente nos periódicos.
Como trabalhar a narrativa de uma forma saborosa, criativa e não apenas informar o fato? Pois hoje outros formatos midiáticos já fazem melhor do que o impresso. O fazer jornalístico virou de cabeça para baixo com a edição multimídia aliada à interação com o usuário, que hoje virou protagonista. A narrativa jornalística no ambiente digital tem a seu favor os elementos hipermidiáticos (áudio, vídeo, interação) que garantem uma imersão lúdica ao fato narrado. No caso do impresso estamos em desvantagem em relação às plataformas multiformes, por isso necessitamos de uma boa história, de elementos não ficcionais cobertos de vestimenta literária. Não tem outra fórmula de sucesso para os jornais.
O jornalismo vem sofrendo os impactos provocados pela utilização das NTC (Novas Tecnologias de Comunicação), como também o leitor, já que estamos mudando nosso modo de pensar e de se relacionar com o mundo. Se considerarmos que está surgindo um novo homem, teremos que pensar em uma mudança do sujeito coletivo para o sujeito conectivo. O papel do gatekeeper (porteiro) na teoria do jornalismo sempre foi de selecionar a informação que será ingerida pelo leitor, fazendo com que o receptor não perceba a edição da informação. O leitor agora, como sujeito da ação, percebe claramente que o gatekeeper do modelo impresso está obsoleto.
A evolução da web nestas duas últimas décadas também pode nos ajudar a compreender toda a metamorfose que o jornalismo vem sofrendo com o advento da cibercultura. Temos que voltar para o passado e perceber que no século XIX, o jornal impresso e o livro foram os grandes transformadores da sociedade; no século XX; o cinema, o rádio e a televisão. Cada um desses meios e todos eles em remixagem determinam modificações globais de comportamento da comunidade, para as quais é necessário encontrar a linguagem adequada para os jornais do século XXI. Talvez produzir um híbrido que utilize o online para o noticiário e o impresso para uma análise mais cautelosa. Outro modelo seria usar o online para todas as funções jornalísticas e ter um impresso semanal que seja um resumo das notícias. Não existe uma única fórmula de contar uma boa história. O primeiro passo é abandonar o discurso defensivo, antigo e arrogante. Temos que experimentar e testar junto com o leitor.
Artigo "Internet, a fronteira final?", publicado no especial do jornal Meio & Mensagem de 18 de maio de 2009.
23.5.09
A CONFUSÃO ASTRAL
o livro velho e desbotado
que achei por um vintém
amo as terças-feiras
o sorriso do garoto do parquinho
a árvore de Natal
que imaginei em março!
o mar aberto
numa tarde cinza
o prédio pardo da rua desconhecida
amo morango com chantili
crianças lambuzadas
violetas lilás
dia de céu azul
enfim amo tudo
que se mexe e tem cor
sou o espectro da vida
a multiplicidade dos signos e ismos
me amo e quero
amar sempre
sou amor pleno seja
por quem for
Afinal! Amo o amanhecer
o conviver
amo você e todos
que entram nesta estória
mesmo sendo figurantes
porque pra mim
amar
é simples e fácil
basta começar!
22.5.09
etsy.com






.jpg)

