27.2.09
Pá de cal
Multiprogramação só nos canais do governo (TV Senado, TV Câmera e TV Justiça)? Quem assiste essa bobagem? Não dá para ficar ouvindo as asneiras do Marcelo Bechara, consultor jurídico do Ministério das Comunicações, e ficar quieta! Eles privilegiam na cara dura as grandes redes e jogam uma pá de cal nos canais FIZ e Ideal, na TV Cultura..É absurdo demais!
Casa no campo

Hoje é sexta-feira e por mais que eu esteja trabalhando em assuntos sérios, escrevendo artigos para nossas pesquisas na PUC-SP, resolvi deixar essa foto, que reproduzo aqui, de papel de parede. Eu explico: eu amo Jamie Oliver, seus programas e receitas. Uso-o para sonhar, não para cozinhar. Engraçado como pegamos um artista pela mão e o transformamos em perfume, sonho, desejos. Hoje é sexta-feira e só quero pensar em uma mesa enorme de madeira de lei, uma grande salada, camisa xadrez e o cheiro da mata ao lado. Bom final de semana para todos!!!
26.2.09
Ver e ser visto
20.2.09
Narrativas em suportes transmidiáticos

A revista Culturas Midiáticas destina-se à publicação da produção científica sobre Mídia e Cotidiano, e Culturas Midiáticas Audiovisuais. As inscrições de artigos para o número 02 vão até 31 de março.
Carnaval com pipoca
19.2.09
Convergência como palavra de ordem
Estou lendo "Cultura da Convergência", de Henry Jenkins, fundador e diretor do Programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT. Recomendo!
18.2.09
Years of refusal
17.2.09
Remixaram a bula

16.2.09
Metro no rádio

Puca Caliente


"um povo sábio como o andino soube utilizar todos os seus recursos -- as danças, os cantos, os mitos -- para poder falar do que aconteceu e reciclar-se de forma inconsciente. É o momento da consciência, de tornar claro que cantar para dentro não basta. É hora de começar a cantar para fora"
15.2.09
tecendo a rede

Quero dizer que estou muito feliz em iniciar um bate-papo mensal no Portal Itu. Para primeira coluna resolvi levá-los para viajar. O vídeo EPIC 2015, produzido por Robin Sloan e Matt Thompson para o museu de História Natural de São Francisco e veiculado no Youtube nos mostra, em oito minutos, algumas prospecções acerca do futuro do conteúdo no ciberespaço. Com início em 1989, com a criação da internet gráfica por Tim Berners Lee, passando pela criação da Amazon, em 1994, quando uma loja revolucionou a web com suas recomendações de produtos e logo em seguida, em 1998, nasce a Google, ferrramenta de busca que segue o mesmo princípio da Amazon, recomendando, durante a página de retorno da busca, links para os usuários, a narração vai mostrando como estas novas empresas e serviços, como a Blogger que surgiu em 1999, e o Google News em 2002, começaram a mudar a maneira como o usuário interage na web, ou seja, como as trocas de conteúdos começam a mudar de cara da produção coletiva e colaborativa.Texto integral no portal Itu.
13.2.09
Compartilhe sua notícia

12.2.09
Cabaré no Brasil

A cantora Liza Minelli adora o Brasil! "É o meu favorito. Se eu pudesse, moraria no Rio e iria a SP toda semana, só para visitar os shoppings, conversar com as pessoas", disse para Mônica Bergamo em entrevista, acrescentando que busca um parceiro musical brasileiro. Aos 63 anos e em plena forma, quem sabe ela não acha um Jesus para ela também!!!
11.2.09
Twestival: água humanitária
Para as doações, também pode-se fazer diretamente no site http://www.charitywater.org/donate/index.htm.
Inquietações docentes
Ele diz em seu blog: "E a angústia é sempre a mesma: de que forma posso adaptar ainda mais os conteúdos às exigências do jornalismo do século XXI? Com os recursos de que disponho, como é que posso fazer com que os alunos entendam melhor os novos tempos que já chegaram?
No semestre passado, reservei 25 por cento da nota da cadeira de Produção Jornalística àquilo a que chamei “reputação online”, uma forma de obrigar os alunos a criar blogs, fazer perfis nas redes sociais, guardar links no Delicious, pôr fotografias no Flickr, acrescentar vídeos no Vimeo, com um objectivo final: o seu nome profissional - sim, tiveram de escolher um depois de consultar a CCPJ para não haver repetições - deveria constar nos primeiros resultados de uma pesquisa no Google. Com raras excepções, o desafio foi aceite e muitos conseguiram atingir o objectivo. Pelo que consigo ver, muitos alunos continuam ainda a alimentar esses espaços, mesmo depois da nota atribuída, o que me alegra bastante". Vou adotar a idéia aqui na PUC-SP.
8.2.09
A melhor fase da vida
A mudança do ensino médio para a fase universitária é uma das mais marcantes na vida de qualquer jovem. Talvez você demore uns seis meses para concordar comigo, mas em julho já terá percebido como sua vida mudou radicalmente. Ao pensar neste nosso bate-papo, acabei congelando o tempo e me vi com 18 anos, em plena década de 80. Foi em uma noite fria de junho que conheci Hilda Hilst em um sarau de poesia promovido pelo pessoal do teatro. Vivia um momento rico da minha vida, dividida entre o curso de Jornalismo, que cursava na nossa PUC, o curso de teatro no TUCA, o estágio no jornal Porandubas, veículo de comunicação da PUC na época.
Em meio a esse turbilhão de coisas paralelas, ainda escrevia poesias. Elas brotavam em bloquinhos de papel que carregava no metrô, no ônibus. A paixão pela PUC foi logo no primeiro dia. E olha que a minha chegada foi pitoresca. Vinda de Piracicaba, acabei no prédio novo em uma sala do Direito. Isso porque eu era aluna de Jornalismo, mas entrei na sala errada, fiquei quieta, fiz pedágio na avenida Sumaré, fui parar no bar, com os veteranos, e só lá percebi que estava no curso errado, que meu prédio era do outro lado da rua Monte Alegre, lá na COMFIL.
Ser calouro é isso. Você se perde, bate uma certa insegurança, a Universidade parece confusa e não tem nada de semelhante com seu antigo colégio. Pelos corredores você verá tipos bem ecléticos, mas garanto que em menos de 15 dias você estará integrado a sua nova tribo. Sim, toda Universidade tem suas tribos e na PUC não é diferente.
Logo perceberá que as meninas da Psicologia são as mais requisitadas pelos garotos de todos os cursos – talvez seja o estilo das saias longas e as batas displicentes. Perceberá que o movimento estudantil, muitas vezes esquecido em outras faculdades da Grande São Paulo, aqui tem voz e faz bastante barulho. Também descobrirá que participar do Juca é inesquecível – mesmo dormindo em um saco de dormir, tomando banho frio e voltando sem voz para casa.
Fará grandes amigos na biblioteca como, por exemplo, a Lucinha, que sempre te atende com um sorriso contagiante. Perceberá que o Leão XXIII tem a melhor salada de frutas com leite condensado e assim você vai desvendando a Curva do Rio, o grande ponto de encontro de todas as tribos. Lembro que estudava pela manhã, estagiava no Porandubas a tarde e ainda fazia teatro a noite. Lembrei-me da minha mãe reclamando que em seis meses de PUC eu não ia mais regularmente para Piracicaba e que sempre que ela ligava para o pensionato onde eu morava, a dona Maria dizia que eu ainda estava na PUC.
Isso ainda acontece com os alunos de outras cidades, já que a PUC torna-se muito mais atraente do que a velha rodoviária. Participar do grupo de teatro do TUCA me fazia sonhar com Hamlet, melhorar a voz em aulas de canto, pensar em outras seqüências que Zeffirelli pudesse ter colocado em seu “Romeu e Julieta” e promover grandes discussões no finado Docas . Tudo ao mesmo tempo, que discutia, com o coletivo do curso de Jornalismo, a escolha do personagem “Benevides Paixão”, do cartunista Angeli, como patrono do nosso Centro Acadêmico; enquanto em outros diretórios acadêmicos, Wladimir Herzog era homenageado. Hoje, vejo que a dualidade que me fazia ser companheira de militância, por exemplo, nas RADs - Reuniões Abertas Deliberativas, também me fazia irreverente e apaixonada pelos fantásticos personagens da tira “Chiclete com Banana”, de Angeli.
Estávamos na década de 80 e eu, depois de respirar manhã, tarde e noite PUC, ainda passava minhas madrugadas interagindo com a psiquiatra Eliza, primeira linguagem computacional com reconhecimento de escrita, uma febre nos BBS . Falo de BBS e vocês são da geração YouTube. Já temos até Big Brother em mundos virtuais como o Second Life , mas posso garantir que a Curva do Rio continua mais atualizada do que nunca e que ser filho da PUC é algo que nos faz sempre querer voltar. Na PUC aprendemos enquanto andamos, respiramos ou ouvimos uma manifestação inflamada pelo fim da guerra na faixa de Gaza e o alto preço das refeições na praça de alimentação. Última dica: semanalmente tem uma excelente roda de samba na descida da Curva do Rio.
PS: Amanhã começo a dar aula para garotos e garotas que nasceram em 1990 e 1991....Como assim? 1991?
7.2.09
Porto Alegre sem fio
“Porto Alegre pode ser considerada, entre as capitais brasileiras, uma capital privilegiada nesse aspecto”, disse Kulczynski. Para isso contribui o fato de haver no município uma empresa responsável por traçar a política pública do setor. Além disso, a cidade possui uma infovia própria. A administração do município tem uma rede de fibra óptica de 400 quilômetros de extensão.
Toda a cidade está coberta por uma rede wireless (sem fio). “Temos 12 torres que permitem a cobertura de toda a cidade. Temos todas as escolas do município em banda larga”. Os postos de saúde da capital do Rio Grande do Sul iniciarão esse processo este ano, visando a chegar até 2010 totalmente integrados.
Kulczynski revelou que ambientes públicos em Porto Alegre, como praças e parques, oferecem internet livre e gratuita para seus freqüentadores. A prefeitura defende essa tese e quer esse conceito permeado na cidade, informou. Para os próximos meses, está prevista a expansão desses pontos. Essa boa nova eu li no site SBPC
Você quer pagar quanto?
A nuvem de tags também é uma boa novidade, pois rapidamente conseguimos visualizar os produtos mais procurados, até mesmo como balizador para novos vídeos. Mais Procurados na Loja Virtual (ontem 06/02/09): ar condicionado, secadores de cabelo, cadeira e poltrona giratória, tostadores e grill, multifuncionais, entre outros itens.
5.2.09
Todos temos um pouco de Rei George

Austrália na gigante tela de cinema; amor, magia e racismo em plena folga de quinta-feira; final de férias; chuvas de verão. Silêncio! Apenas uma conversa comigo mesma com tempo para decantar idéias; respirar 3 vezes lentamente enchendo a barriga e depois soltar o ar. Água, muita água para limpar tudo. Agradecida digo obrigada ao Universo. Estou realmente feliz por estar viva, pelos filhos lindos, pelo amor com gosto de mousse de chocolate e a possibilidade de a cada dia fazer tudo diferente e melhor. Fora que meu herói favorito é Wolverine (X-Men) e ver Hugh Jackman, o fantástico, como o lindo capataz foi demais para essa tarde de Sol e chuva casamento de viúva.
Estou agradecida pela chance, pelas cores, pelos sonhos e idéias que surgem enquanto durmo. Me sinto meio Sarah (Nicole Kidman), reinventando a vida sem saber a receita, ir tentando com vontade, (alguma ajuda dos deuses - Rei George) e sinceridade. A trilha sonora e a paisagem valem cada minuto das três horas de filme
4.2.09
Barbie em crise

A cinquentona Barbie faz aniversário em meio a queda de 10% nas vendas mundiais da boneca. Muito criticada ao longo de sua vida, Barbie já foi alvo de feministas que criticavam sua cabeleira loira e seios grandes -- idealizando nas meninas um padrão de beleza. Também ganhou todo tipo de trajes de gala, fantasias e roupas esportivas. Vamos ver se ela sobrevive a crise.
As pessoas ou empresas estão sendo recompensadas pela inovação?
Eduardo Vasques faz uma boa reflexão sobre a tão chamada inovação na Web e quem ganha com isso. Reproduzo aqui alguns trechos da pensata....
"A internet é linda, maravilhosa, gostosa, quentinha. É assim que todos a definem desde que ela se popularizou (ahã). Tirou e criou empregos, mudou estratégias, fez emergir ou evaporar conceitos e negócios. O santo Google (ou capeta para alguns) enfim reinou com seus serviços gratuitos e base de receitas na publicidade.
Virou festa. Tudo que remete à web ou tem de ser de graça ou muito barato. O que não é uma verdade absoluta. Junte nesse balaio de gato a queda do império fonográfico/cinematográfico. Milhões e milhões de downloads gratuitos, sem direitos autorais. Quê? Pagar pra ver um filme ou ouvir uma música? Imagina.
Sim, essas duas indústrias exploravam os artistas (e ainda o fazem em muitos casos). Sugavam suas almas, é bem verdade. A corporação ficava com quase a totalidade da grana e os cantores se matavam em turnês para, finalmente, conseguirem comprar suas mansões, colares de ouro e outros apetrechos.
Nessa brincadeira toda, compartilhar, remodelar, enfeitar, mixar, entre diversas outras expressões passaram a ser as palavrinhas da modernidade. Aquele papo todo de inspiração – que em boa parte não passa de uma cópia descarada com nova roupagem – ganhou mais corpo nos últimos anos.
Outro dia, porém, estava pensando em algo que me deixou preocupado. Com todos esses recursos disponíveis, muitas possibilidades foram abertas. Mas, será que não teremos uma crise de inovação nos próximos anos?
Não estou aqui para condenar ou defender o direito autoral, longe disso. Mas houve uma imensa desvalorização do processo criativo e dos autores. Não interessa mais quem fez. O que vale é o como fez e de que forma repercutir a tal criação. Também não se trata de uma discussão sobre ego. A minha pergunta é simples e direta: as pessoas ou empresas estão sendo recompensadas pela inovação?
Apesar de todas as maravilhas oferecidas pelos recursos digitais e pela internet, temo que os reais criadores não estejam recebendo da forma ou na proporção que deveriam. Então a conta é lógica. O que me leva a criar quando sei que, na verdade, receberei muito pouco ou nada em troca? O que pode motivar as pessoas a inovar além de dinheiro e qualidade de vida?" Vale a pena ler a pensata no Pérolas das AIs
30.1.09
O "iTunes" da Globo

28.1.09
IETV propõe curso de Jornalismo Digital
Obama como objeto social
Foi essa massa conectada que gerou mais de 13 milhões de streamings da CNN/Facebook sobre a cobertura de Barack Obama. O site da Casa Branca mudou e, agora, aglutina aspectos antropológicos da rede, ou seja, sai a informação como vetor e entram em cartaz as redes sociais como processo de troca de conhecimentos e conteúdos. Você também pode falar com Barack Obama! Publiquei uma reflexão mais vitaminada dessa idéia no portal Nós da Comunicação.
26.1.09
The New York Times agoniza
22.1.09
Casa Branca anuncia novo blog
20.1.09
Integrando tudo

O El Pais vai integrar as redações da versão impressa, online (que era feita pela empresa Prisacom) e mobile. Cada vez que leio sobre essas sinergias, tão fundamentais e tão esquecidas nesses tempos de mídia social, sempre desejo boa sorte. Descobri a novidade no adorável blog Ponto Media que leio diariamente.
Hora do lanche
São 16h30 e o que melhor me aconteceu agora na CP foi ganhar um delicioso pão de mel da BBEL Blog. Além de ser macio, gostoso e chegar na hora certa do lanche, ainda conheci o blog da BBEL. Isso que eu chamo Social objects!
30% dos campuseiros são mulheres!!!!
É nós na feira. Parabéns público feminino da Campus Party. Quem disse que tecnologia é coisa de homem? Dos 6395 inscritos na CP, 30% são mulheres.
Darwin contador de histórias

Sempre gostei de biologia, raízes evolutivas e principalmente Charles Darwin. Tudo sobre ele me fascinava no colégio. Devorava suas pesquisas, sua biografia, enfim, um luxo para uma menina caipira de 13 anos. Hoje, dois pesquisadores distantes: Jonathan Gottschall, da Pensilvânia, e Joseph Carrol, do Missouri, estudam como as teorias evolutivas de Darwin se aplicam à literatura. Amei! Eu explico: amo histórias e acredito no hábito de contar histórias, na oralidade. Remixagem total!
O resultado da pesquisa, que envolveu 500 pessoas e um questionário sobre 200 romances clássicos vitorianos, pode ser lido na revista “Evolutionary Psychology” (vol. 4, página 716). Os personagens dos romances, por exemplo, refletiam a dinâmica de sociedades de caçadores-coletores, nas quais a dominância de indivíduos era suprimida em prol do bem geral. A mocinha de “Orgulho e Preconceito”, Elizabeth Bennett, de Jane Austen, por exemplo, teve pontuação elevada em dedicação e o conde Drácula, do livro de Bram Stoker, ganhou como caçadores de status e em dominância social.
“Talvez as narrativas – sejam as da televisão ou as de contos populares – sirvam na verdade a uma função evolutiva específica. Não são apenas subprodutos”, diz Gottschall
19.1.09
Mais uma Campus Party
Há um ano esta foto foi tirada. Cobrimos todas as histórias que o evento gerou, nos divertimos muito e fizemos vídeos engraçados. Hoje, na primeira tarde de Campus Party estou procurando rostos familiares, mas ainda não encontrei nenhum blogueiro conhecido.... Todo mundo chegando, trazendo seus cabos, desktops e mochilas. Muita energia CP 2009!
Parabéns Poe!

Hoje (19/01/2009) comemoramos o bicentenário de nascimento do escritor norte-americano Edgar Allan Poe. A grande maioria conhece um Poe policial, esplendorosamente enigmático. Eu, particularmente, gosto muito do frio Poe de Filosofia da Composição. Para quem morreu aos 40 anos, deixando uma vasta bibliografia, todas as comemorações durante 2009, incluindo os festejos nas cinco cidades onde viveu (Boston, Richmond, Baltimore, Filadélfia e Nova York) parecem pequenas. Para Luís Augusto Fischer, professor de Literatura da UFRGS, em artigo no caderno Mais!, diz que “Poe propõe, em Filosofia da Composição, uma tese-síntese da literatura que quer capturar o leitor (...) aquele leitor que já não vive nos palácios e sim na rua, que não é aristocrata vivendo da renda da terra e, portanto, ocioso, mas sim o burguês correndo atrás da grana, com tempo curto”.
Freud e Lacan também foram grandes leitores de Poe, apaixonados por suas correlações entre sonho e fantasia. Sem falar em Charles Baudelaire, que o traduziu para o francês e o admirava. Sempre gostei de sua audácia em defender o conto contra o romance...
16.1.09
Web 2.0 em algumas apostas

12.1.09
A história da Internet em 8 minutos
History of the Internet from PICOL on Vimeo.
Que luxo de encontro !!

1.1.09
Feliz Ano Novo

5.12.08
"slow blogging"

Sabe quando precisamos decantar as idéias? Ou seja, deixar tudo baixar devagar para depois emergir algo novo? Pois bem: estou nessa fase e nada mais apropriado do que pegar carona na idéia da Barbara Ganley
que integra o movimento do "slow blogging", inspirado no "slow food", onde pregam que os blogs movidos por notícias são o equivalente aos restaurantes de fast food -- ótimos para consumo ocasional. Particularmente, não tenho uma opinião formada sobre o fluxo de atualização de um blog, mas a partir de hoje Remix Narrativo entra em férias e torna-se bem slowwwwwwwwww!!!
3.12.08
A mídia social juntou tudo
Lembrei-me recentemente de quando entrei no Orkut, poucos amigos, ninguém conhecia a plataforma, mas lá fui eu sem medo do novo. Ser atirado, abraçar as novidades tecnológicas traz vantagens, como reciclagem imediata, no caso da internet, mas também pagamos o preço de experimentar, dando a cara para bater. Faz parte da sociedade, na qual a equação público = privado anda tão presente. Não separamos mais o mundo corporativo do pessoal. A mídia social juntou tudo!
“We just made history. All of this happened because you gave your time, talent and passion. All of this happened because of you. Thanks”, diz Barack Obama para 139.429 seguidores no Twitter em 5 de novembro. 436 pessoas seguem a Oprah no Twitter, 12.482 gostam do New York Times. Para quem procura discussões e dicas sobre Jornalismo na internet, vale acompanhar pelo Twitter o JW. Eu, por exemplo, acompanho a revista Slate desde seu surgimento, mas confesso que estou viciada em segui-la pelo Twitter. O Twitter vem ganhando força rapidamente entre os meios de comunicação no Brasil. Fique ligado!1.12.08
o corpo social na rede # 2
o corpo social na rede

28.11.08
Jornalismo 2.0: novos olhares em Itu
Princípios & Conceitos:
-Autoria colaborativa: é feito por todos e para todos. Um parágrafo escrito por você pode ser linkado e relacionado a outras pessoas, conceitos e páginas, incorporando dezenas ou centenas de autores.
27.11.08
Feliz aniversário Lévi-Strauss

Amanhã, 28, Claude Lévi-strauss faz 100 anos. "Sem forças" e isolado em seu apto em Paris, o antropólogo não sai mais nas ruas parisienses. Ele não consegue perambular para perceber que o Kebab tornou-se tão popular quanto o crepe -- num país onde convivem chineses, senegaleses, brasileiros, marroquinos e franceses [eterno negociar pluricultural]. Seu estruturalismo, hoje moderníssimo nas redes sociais, passou por 2 guerras mundiais ao mesmo tempo em que assistiu o século 20 passar por tudo que vivemos.
Parabéns nesta data querida!
21.11.08
Blogs corporativos na pauta do dia


Na próxima terça-feira, 25, a partir das 11h, participarei com Fábio Cipriani de um chat sobre o tema "A comunicação eficaz dos blogs corporativos", promovido pelo portal Nós da Comunicação.
Mercadão como ótima opção de passeio

Gabriela Tozzo, aluna do primeiro ano de Jornalismo da PUC-SP, foi pela primeira vez visitar o Mercado Municipal de São Paulo. Se apaixonou pelas cores, frutas, azeitonas, passeio. Confira as fotos e anime-se para visitar o mercado nesta sexta meio feriado/ponte em SP.
Dia sem música

O músico e ativista escocês Bill Drummond propõe um dia sem música. Desligue o mp3, não cante no carro, desligue o iPod. Há quatro anos no dia 21 de novembro, dia de Santa Cecília, a padroeira da música é o dia sem música.
18.11.08
Roda Viva com D. João

Ontem participei de uma experiência interativa no twitter do Roda Viva. Eu explico: o bisneto da princesa Isabel, Don João Henrique Maria Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança, 54 anos, foi o entrevistado do Roda Viva. No Bi-Centenário da chegada da Família Real Portuguesa e semana de feriado [Consciência Negra], nada mais apropriado.
O Radar Cultura vem experimentando novas linguagens, formatos e recursos ao integrar rádio, TV e internet usando o ambiente de colaboração e experimentação na internet da Fundação Padre Anchieta. Vale a pena acompanhar os melhores momentos.
17.11.08
Rua das Tulipas é imperdível
Rua das Tulipas é o filme da 2ª turma da Oficina de Animação 3D da OZI Escola de Audiovisual de Brasília. O filme foi realizado em 3 meses pelos alunos que em sua maioria nunca tiveram contato anterior com nenhum programa 3D. Sensacional!!!! Parabéns!
Obama conseguirá?

Acordei com o Japão em crise, fusões da indústria automobilística, relacionamentos que padecem da vida moderna, dos pacotes do passado. Filho adolescente que pergunta por que a esquerda fracassou? A direita também não é a saída mãe? Obama com missão de superman (...) acho melhor eu correr na esteira vendo Warner. O mundo anda muito complicado!!!!
16.11.08
Convergência total

Meu livro "Hipertexto, Hipermídia" é adotado no Jornalismo do Mackenzie e neste ano foi tema central do trabalho sobre o futuro do Jornalismo na Internet. Leandro e Andréa, autores do blog A velocidade necessária produzirem entrevistas em formato de vídeo-aulas e publicaram no YouTube. Gostei muito do resultado. Parabéns!
15.11.08
Calvin, twitter #2
sobre a crise financeira....um filho resmunga: tudo tinha que ocorrer antes do intercâmbio. Adoro resmungos no café da manhã. Viu , já estou de férias!
Berlusconi sempre terá esse sorriso número 3 falso, o que me lembra de Viva Zapatero! Nisso alguém grita: esse documentário Michael Moore de saias de novo não mãe!! Vamos patinar no parque.
adoro o sarcasmo matinal aqui de casa. Meu café/férias feliz na minha mente era um comercial doriana, mas estamos mais para Simpsons....ok
bisneto da Princesa Isabel, Don João Henrique Maria Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança, no Roda Viva segunda, 17. Valeu Bel pelo convite! Vou adorar cobrir pelo twitter na Cultura.
será que a família real pensa em ter um canal no YouTube como o The Royal Channel inglês? vai ser divertido "twittar" com um herdeiro...
Hoje é dia 15 de novembro!!! Vamos ver o que aconteceu nesse dia????? Em menos de 5 minutos estou sozinha na varanda com a cachorra que ainda rouba um peito de peru light da mesa..."Aula de história no café Mãe", menos!!!
Isso é dormir 5 horas e acordar mãe Ricardo Cobra! Adolescentes pré-vestibular. Socorro? Tragam de volta meu comercial da Doriana....
Calvin, twitter, café da manhã feliz
@rcobrabr....bom dia querido. Aqui um filho pergunta se podemos patinar no Vila Lobos? Outro está uma pilha pelo vestibular de amanhã. Mãe?
bom dia twitters. Ser mãe é responder se vamos patinar no parque Vila Lobos e ao mesmo tempo preparar café especial na varanda.
aliás, hoje vou levar a sério o que aprendi com Eugênio Trivinho: tire férias todos os dias. Uma hora, meio dia. HJ ficarei fazendo nada
vestibular, tento me transportar para lá - eu não recebi sms da Universidade confirmando a prova, endereço, gmail. Isso mudou!
mas minha ansiedade que me fazia quebrar pontas de lápis, tentar entender o século XX enquanto escovava os dentes. Puxa, isso eu passei DNA
14.11.08
Vai começar o 13 MTB

Vai começar a 13ª edição do MTB 12 horas, eleito pela Revista Bike Action como o melhor evento de mountain bike do Brasil em 2007. A largada será à meia noite na arena do mountain bike do Serrazul, no Km 72 da rodovia dos Bandeirantes. As medalhas remixadas (foto) estão lindas!
Durôes não ligam
Ambos sabiam que o improvável sempre iria acompanhá-los. Desde o primeiro encontro; não havia força capaz de movê-los para a consumação das coisas. Eles eram apenas sonhos e sensações, as mais puras e belas. Cada um sabia exatamente o que o outro sonhava ou desejava para si e para o mundo em que viviam.
Mas eram incapazes de, por exemplo, marcar um encontro simples, sem atrasos, correrias ou pressa. O relógio do dia-a-dia os aprisionava. Eles eram atrapalhados (ambos) e mal conseguiam dar conta da chatice do dia-a-dia. Tantos papéis para representar na escola, no trabalho (...) Tantos telefonemas que nunca foram feitos. NÃO QUERIAM INCOMODAR.
Eles sentiam saudade. Aquela que aperta o peito, mas se recusavam a se apaixonar. Isso era para os tolos. Eles estavam numa esfera acima, prometeram não sofrer mais. Já sofreram muito. Plastificaram o coração e viviam disfarçando os sentimentos.
O tempo passava e eles permaneciam atrelados como um bote salva-vidas, que envelhece ao lado do navio, sem uso. Queriam tempo e um lugar doce, mas só aconteciam encontros próximos ao metrô, ou em pequenas doses de felicidade. O expresso 1368 só partiu uma vez. Eles conseguiram, neste dia, congelar o tempo, ou melhor, expandi-lo como se tivessem entrado num portal mágico. Lá os sonhos – por horas – pareciam para sempre.
Mas ao tentarem pegar o mesmo trem, a sombra do dia-a-dia os envolvia de culpa, compromissos, tolices e racionalizações que os românticos fazem constantemente para se mostrarem durões.
Durões não ligam, durões escrevem num bloquinho velho.
Mas jamais ligam e dizem:
Vem me ver agora.
13.11.08
Existe equilíbrio entre o caos e o controle sem líderes?
São 7h12 e começo a ler o lindo relato de Ceila Santos fez no blog Mídia Social. Realmente quando comentei no BarCamp com a Ceila ela era uma criança chegando na rede. Uma criança linda, sorridente, cheia de lápis de cor, idéias, e o que era mais rico: uma certeza inabalável que não fazia mais parte do mundo dos coleguinhas das redações. Me apaixonei por Ceila imediatamente e mesmo com a correria, muita falta de sono, muitos livros para dar conta de ler e pesquisas (tá quase saindo do forno a morte dos portais de notícias....) para entregar, grupos de estudo para dar conta, orientandos, aulas etc, mesmo nos distanciando fisicamente, me enchi de alegria nesta manhãzinha de chuva fina em SP: Ceila cresceu rápido demais e já está, como uma adolescente, questionando a rede. Sua pergunta, que transformei em título deste post matinal [Existe equilíbrio entre o caos e o controle sem líder?] irá para a próxima reunião de orientação com meus alunos da pós-graduação. Você está convidadíssima a participar!
ps: Leia Mil Platôs do Deleuze...antes de 2009
"É engraçado como algumas perguntas só começam a fazer sentido na nossa vida após alguns meses ou anos. Uma delas foi um comentário feito por uma amiga sobre a formação das redes sociais, durante um BlogCamp - onde foco da discussão ainda era entender o que levava os internautas a produzirem seus próprios conteúdos. Afinal, uma rede se forma sozinha ou é preciso criá-la?
Naquela época era tão claro que a rede ia nascendo e surgindo de forma gradativa que jamais teria entendido ao que essa amiga referia. Quase um ano depois descubro o quanto é enigmático ainda, pelo menos para mim, formar redes, participar de coletivos e ser um colaborador ativo. Descobri que algumas redes exigem sim um esforço maluco para criá-la e haja dedicação total e exclusiva para que ela continue viva. Pior que formá-la é mantê-la viva diante da evolução da própria rede. Nem sempre quem cria a rede evolui no mesmo ritmo, ou vice-versa.
Explico: quando uma rede começa a ganhar força, ela torna-se uma rede própria que segue outro caminho e exige uma nova busca. Uma rede é uma eterna formação em plena construção. E, detalhe: não existe rede se ela é uma iniciativa solitária. Formar rede exige um coletivo, o qual precisa adquirir a mesma postura de dedicação total e exclusiva. É preciso que todos estejam na mesma sintonia e, de certa forma, que todos assumam um papel ativo pelo bem comum.
Parece óbvio, mas basta fazer parte de qualquer rede para perceber o quanto esperamos do outro aquilo que temos capacidade de fazer sozinho pela rede. É complicado assumir nossas próprias competências dentro de um ambiente coletivo. A sensação é de que “fazer parte” implica também pedir permissão ao outro. E quem é esse outro dentro de um ambiente de iguais? Quem é a referência de um coletivo? A quem devo perguntar o que pode, ou não, fazer aqui e agora? E o pior: qual é o limite de ser ativo sem desrespeitar o coletivo?
Minha sensação é de que coletivos precisam de líderes para serem construídos até que o próprio ambiente torne-se líder de si mesmo. É necessário que os colaboradores sintam-se donos daquilo que se forma, tomam posse das suas competências e, para isso, talvez, o código seja a lei. Não há ambiente de rede onde a tecnologia ainda é extremamente controlada, rígida e feita por líderes. O que me faz pensar: existe equilíbrio entre o caos e o controle sem líderes?"
12.11.08
Árida Lei

A rua estreita me angustiava. As pessoas feias também. Tudo era árido, marrom, desértico. Casas sem telhado, caixas d´água na cor azul estragavam o céu. Olhei em volta, só pobreza, muros pichados, mulheres arrastando os filhos para escola.
-- Aqui é o fórum? Perguntei para uma gorda que subia a ladeira.
-- É sim, respondeu com um olhar que engata uma pergunta: cadê o filho? Não veio pedir pensão? Só que ficou só no olhar, mas a pergunta veio no vácuo até mim.
A espera ocorria nos bancos da praça, colocados na calçada da edificação de dois andares. Sentei-me ao sol. Lembrei do dia que saí correndo para comprar um despertador, pois sabia que, a partir daquele dia, dormiria sozinha de novo, ninguém mais me chamaria para tomar café.
A vara de Família fica no piso superior, no térreo, a Criminal. Dejavú total. Vejo meu ex e a advogada num terninho rosa Barbie. Já vi esta cena antes, só que o cenário era mais bonito, prédio centenário, advogadas de preto, homens elegantes em ternos bem cortados. Gravatas Armani.
Claudia Fartollo, sala 3, grita o escrivão. O acompanho sem questionar. O tapete vermelho, disposto como em dia de casamento na igreja, cheira a mofo. A sala, com porta-dupla em mogno, tenta passar austeridade.
Ao entrar vejo o juiz em sua pose de Lei. Que jovem? Deve ser mais novo do que eu; com certeza sua primeira Vara. Ele se levanta e inicia a sessão. Percebo que sua beca é curta para ele. Que horror! Juiz feio e com beca curta. Mau presságio.
Todos começam por baixo, penso baixinho. Percebo o vaso com rosas vermelhas, de plástico. Dejavú novamente. Lembro do sábado que casamos pela manhã, num cartório feio, com balcão improvisado, toalha com etiqueta do Extra e rosas brancas, também de plástico.
Ele lê o processo, quer agradar e faz comentários sobre a importância dos pertences pessoais (livros, discos, revistas etc).
-- O casamento acabou? Os dois estão certos disto? Sim, responde Leopoldo Henrique. Já esgotamos todas as tentativas. Neste instante o tempo se congela.
Em segundos revi toda nossa história. A magia do encontro na água, o sabor do melhor beijo do mundo, da última temporada de beijos. Tudo começa a ficar turvo; vejo o juiz falando baixinho que a união não gerou filhos e isso era bom.
Percebo que tenho um estranho na minha frente. Percebo também que nosso roteiro chegou ao fim. Um final com paredes rachadas, juiz em início de carreira e uma fila de mulheres com filhos em busca de pensão alimentícia na sala ao lado.
Realmente vejo que não temos mais nada em comum. Ficou apenas a camisa, a calça, o cinto, o sapato – todos presentes meus – talvez até a cueca, mas essa não verei mais. Mas as roupas envelhecem como nós, um dia perderão a cor.
Tudo termina em dez minutos. Entro muda, assino e saio muda.
Quero sair correndo, dirigir até Santos, entrar no mar, comer queijadinha; conversar com o Leão Marinho da minha infância, visitar o aquário do Gonzaga. Me sinto Kundera em “A insustentável leveza do ser”. Nunca um percurso de 15 km demorou tanto. Já que não conseguirei entrar no mar, busco um prédio bem alto. Quero sentar e olhar a cidade lá de cima. Não estarei sozinha, meu anjo da guarda vai comigo. Ele anda cansado, tenho dado bastante trabalho.
-- Como pode alguém ter tantos flashbacks? Pergunto ao anjo, que apenas sorri, com sorriso largo, ele tem “sardinhas”. Todos os que têm sardas, pertencem à mesma galáxia, acredito nisso.
Não quero voltar para casa, o mundo gira dentro de mim. Lembrei-me dos meus 22 quando quis ir para rodoviária com uma passagem apenas de ida; quis fugir, desaparecer, sumir numa paisagem desértica. A sensação era a mesma. Também não queria voltar para casa e um pequeno, que chorava a noite toda de cólica, me fez ficar e comprar muito Ninho, latas e mais latas.
Dos 25, que acreditei na razão, na casa própria. Ouvia “Abacateiro”, e achava que Gil dava conta do recado, Tropicália na veia. Dos 33, quando achei que tinha todas as respostas, não lembrei de música nenhuma. A cada despedida, um desejo, um sabor. O gosto fica na boca, não passa. Carregamos como uma música que gostamos.
ps: a foto do deserto de Atacama é linda demais. Amei sua foto Angelo Duarte
De unha encravada a FGTS
11.11.08
Quarto Mundo: um coletivo de peso no mundo dos HQs
9.11.08
Histórias, relatos, meu dia-a-dia

Clélia,
Adorei seus relatos no blog. Nada como espantar os fantasmas falando neles diariamente. Isso já me disse minha terapeuta quando iniciei um roteiro para digerir um divórcio pesado. Estou há 2 horas - num domingo de sol - lendo seu dia-a-dia e confesso que sua força virou a minha também. Já nos conhecemos, apesar de não pessoalmente, mas seu filme "Mais uma vez Amor", está aqui na estante e já vi umas 5 vezes, adoro! Bom, temos a mesma faixa etária, filhos com 12 anos. Enfim, bem-vinda ao mundo das mulheres que riem das próprias agruras e seguem em frente com seus anjos da guarda. ótima semana.
"Rebolation" na manhã de domingo
PS: queima muita caloria e eu ainda estou na aula básica.
6.11.08
Conversa não-linear com Jimmy Wales

Design Obama
5.11.08
A remixagem venceu nos EUA
"Se pessoas ainda têm dúvidas de que a América é o lugar onde as coisas são possíveis, que ainda acreditam que o sonhos dos nossos fundadores ainda estão vivos, se ainda questionam o poder da nossa democracia, esta noite é a sua resposta", afirmou Obama em seu discurso de vitória, a milhares de partidários, em Chicago, Illinois --Estado pelo qual Obama é senador.
(...) "Vocês fizeram isso porque entendem a grandiosidade da tarefa que temos pela frente. Podemos comemorar nesta noite, mas entendemos que os desafios que virão amanhã serão os maiores de nossos tempos --duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira do século.
Enquanto estamos aqui nesta noite, nós sabemos que há corajosos americanos acordando nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscar suas vidas por nós. Há mães e pais que ficam acordados depois de os filhos terem dormido se perguntando como irão pagar suas hipotecas ou o médico ou poupar o suficiente para pagar a universidade de seus filhos. Há novas energias para explorar, novos empregos para criar, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar".
"O caminho será longo. Nossa subida será íngreme. Nós talvez não cheguemos lá em um ano ou mesmo em um mandato. Mas, América, nunca estive mais esperançoso do que chegaremos lá. Eu prometo a vocês que nós, como pessoas, chegaremos lá"



